segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Seria a dor, algo abstrato?

Conviver com a dor em meus 37 anos de existência, é uma tarefa digamos, um pouco dificil. Além da dor (que devido anos de companheirismo) eu já sei todas suas façanhas e artimanhas, consigo na maioria das vezes, digamos 90% assimilar e tentar levar uma vida com essa mala, a pior tarefa de um fibromiálgico é ter de conviver com pessoas incompreensíveis. A dor seria apenas algo natural já que a síndrome tem a mesma como fator principal, eu seja, sem dor, não há fibromialgia. Enquanto as pessoas, pior tarefa da lida, são seres vivos que cruzam nossos caminhos em sua infinita imcompreensividade e alteram nosso eu. Lhe dar com isso diariamente é uma tarefa árdua e exige mais que psicologia da nossa parte: tolerância e ignorar sempre (mesmo que no mais alto nível de dor isso não funciona: ignorar)as futilidades desses seres e remeter nossos pensamentos para um foco: trabalhar para controlar a dor e voltar o semblante alegre de ser humano que vive, luta e é guerreiro.

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Sou uma pessoa muito simples mas gosto de ser feliz e fazer quem me acompanha, sorrir muito e ser feliz. Driblo há 36 anos uma luta diária contra as dores da fibromialgia mas isso não me impede de sorrir, lutar e lutar.
Imagine um portador de fibro de cara amarrada os 7 dias na semana? por isso me esforço muito e amarro apenas as segundas e sextas-feiras hehehe.